terça-feira, 21 de dezembro de 2010

o valor das palavras

as palavras têm valor?para quem? para quem as diz ou para quem as ouve? e se eu levar a sério o que me dizes sem seriedade e sem compromisso? eu queria conhecer o valor que uma palavra tem para ti.

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

No words

Acabou o assunto. Está gasto.
Não há lugar para as palavras. Só para a acção.

domingo, 21 de novembro de 2010

Alguién

Podem - nos vendar os olhos meu amor, mas aquele sol que só eu e tu vemos ilumina e aquece o que cegos só eu e tu conseguimos ver.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

A porta

Um sonho que vai ficar sonho, matéria pouco lúcida...
Porque eu, algarismo humano entre tantos, quero um sonho de emoções que possa projectar, tocar e não finjimentos de presenças.

Por isso, a chave que dou não a retiro. Mas a porta só abre a quem vier para ficar e se revelar.

A porta continua fechada.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Só um sonho.

Quem me dera abraçar -te, sentir o círculo dos teus braços à volta dos meus.
Quem me dera demorar - me no teu olhar, quando me dás a mão, quando me acaricias o rosto.

Nos meus sonhos de olhos abertos e fechados.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Ficar

hoje não vou subir ao norte não é por nao me apetecer é porque estou cansada é porque gastei energia de mais sem receber recompensa o que começa a ser algo recorrente farta de fingir que sou forte farta de responder com um sim a tudo que me apresentam a frente sem ser eu sem ser aquilo que preciso sem ser aquilo que quero e gosto eu nao sou dona do meu carácter das minhas vontades nem dos meus sentimentos. Hoje vou ficar fingindo de felicidade e de fortaleza.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Heroes and saints, nicolaj grandjean

Esta é a minha música agora, nestes dias, em que preciso de descanso, de afecto verdadeiro e real, concreto, presente.

São boas as paixões para fazer bater o coração, para nos sentirmos vivos; mas o amor é melhor. E quando o amor que criámos, que cultivámos nos diz : -Não, não é a tua vez de me teres, de me sentires . - sentimo - nos tão desorientados porque semeámos, cuidámos e ele não nasceu porque a terra não era boa e escondia pedras pesadas que escureciam a semente e a impediam de nascer.

Quero o calor do sol; quero ver luz; quero ser valorizada e que brilhem para mim.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Sei que vais ler

F. o meu coração ja nao aguenta mais.


Acabemos com esta coisa que nós os dois começámos. Vou seguir a minha vida, retomar outro caminho. Já não encontro ninguém neste onde estou.


Desejo - te tudo de bom.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Numa pastelaria do Entroncamento

Lá fora passa um casal. ele, mais alto do que ela, abraça -a.

o semáforo só tem um homem que ora manda avançar, ora manda parar.

Entra mais um par na pastelaria.

São duas agora e não estão abraçadas; são da mesma altura. Uma senta - se ao pé do que parece ser o filho.

A dona da pastelaria, que me fez trazer a refeição do balcão para a mesa, começa a olhar para mim , estranhando a velocidade e o que me fará inspirar para escrever. Isto passa - lhe. Logo se despede de um casal que sai com o filho, derretendo -se como o açúcar dos seus pastéis.

São 21 h 55. Depois de um croissant, um sumo de ananas e um iced tea, é altura de regressar à estação e de esperar pelo intercidades para Espinho.


Renault 5, até domingo.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Analisando bem, já passei por muito.

E vou continuar na indefinição...

Não posso , nem quero. Já estive assim e nao gosto.



Por isso, é melhor esquecer , embora seja tortura, como sentimos os dois.



Mas não é tortura à mesma, estar assim? O que é que vivemos afinal? Um amor mascarado, proibido, escondido, longínquo ... não é tortura?



Já viste... estou sempre a falar te do mesmo e tu nao gostas... entendo. Sinto me bem se te amar sem impedimentos e uma vez mais com tudo esclarecido.



Ainda nao tenho outra história, só aquela que me contaram. A mim e a quem me protegeu, como família e quase nao fala comigo já e se entristece no tom de voz que utilizam comigo.



A história já se repetiu 4 vezes. Não achas que é suficiente para eu aprender, tirar uma lição?



Podia te dizer o que deviamos fazer. Também não sei. Porque tudo o que seja excluires te de mim, me dói. No entanto, a razão parece estar a falar mais alto. Ela diz - me: sai daí dessa



zona perigosa; a tua família protegeu - te e tu estas a deitar abaixo essa protecção. A história é má, é perigosa . Quem gosta de coisas más?

terça-feira, 19 de outubro de 2010

To be continued

Continuo sozinha; nem parto, nem fico, mas a lutar sozinha.

Ao meu lado - tu

Só tu no meu coração e pensamento.

Mas estamos dentro de um círculo mau. Quem é que o vai transformar numa linha recta?

domingo, 17 de outubro de 2010

Me



Mentira ou verdade? Se eu tivesse uma bola de cristal...
Assim, fica - se numa reticiência de sofrimento.
Não sei porque me custa tanto não te responder, partir de ti.
Afinal quem és tu?

Metade

"Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração! Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente! Não sei amar... pela metade, não sei viver de mentiras, não sei..." (Clarice Lispector )

sábado, 16 de outubro de 2010

STOP

STOP aos labirintos, às mentiras, ao diz que diz, a chamarem - me de miúda.

Quero me entregar a quem me merece; a quem preparou o terreno de calma e clareza porque já sabia que eu iria aparecer um dia em sua vida.

É o início de uma nova busca e não de esperas.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Partida de ti


A partida de ti está a custar.
Não páro de pensar em como seria morar em ti.
Como conseguir que saias de mim? Eu já parti, mas continuo a sentir - te neste sítio aonde cheguei.

Mas amor para mim = a verdade e não amor = labirinto

domingo, 10 de outubro de 2010

partida

vou - me erguer, fazer as malas e partir.já não há pelo que lutar aqui. afinal estava sozinha sem dar conta. mais uma vez.

sábado, 2 de outubro de 2010

De mim


De mim, tens me a mim : a que amou e calou o que sentia; a que amou e ouviu o que não queria; a que amou e ouviu outras vozes tentando agarrá - la para que não fosse na tua direcção; a que amou e foi esperando que lhe desses verdade ao teu proprio ritmo; a que te ama e se afirma como tua, desde 21 de Setembro.

E procuras o quê em mim, quando inicias interrogatórios buscadores do que para ti são verdades orientadoras e essenciais dos teus sentimentos? Podes descobrir - me, quando só escutas os teus princípios de correcção emocional? Esqueces te de tudo de um momento para o outro. É tão fugaz o que sentes por mim?

Lembra - te que te ouvi,desouvi - te e hoje não corto a comunicação, muito menos termino um dia sem a vontade de dizer que te amo.

De algo me posso orgulhar: mentiras em mim, não; sou do bem e da paz. Faz com a melhor prenda que alguém me pode dar e que em mim tenho tambem para oferecer, aquilo que entenderes.

E ouve - me ao meu ritmo; observa - me ao meu ritmo; confia em mim; nem sempre eu tive a tua verdade e continuei em frente, esperando, ouvindo, observando, porque amando.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Amar e Rimar


Porque me lês dessa forma? Não sou poesia para ser interpretada.

Não me analises. Recebe o que te dou.

Indaga - me, mas não fujas se os versos que tu querias como resposta não estão ainda belos.

Tu queres me poesia pronta a declamar. Serei a estrofe que tu me ajudares a escrever e a rima

que me ensinares a contigo ter.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Learning.

I don' t want to run away from you...

But is is there any possibility of being in love without feeling that I am loved?
Is there anyone outside this circle to hold my hand and my heart?
Tired of being myself, loving someone without answers to my love.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

A quem ama ou não.


Deixaste - me sozinha, afinal.

- Quem ama faz isto, quem ama faz aquilo, quem ama faz mais isso, dizes - me tu.


Digo - te eu:


- Quem ama, partilha e não guarda para si; é franco, é sincero e verdadeiro.

- Quem ama tem problemas, mas quem é amado também. Não é o centro. Ambos criam um espaço comum.

-Quem ama e sabe que é amado não deixa quem o ama nas reticências, em suspenso.

- No início de um namoro, quando se ama, é impossível não ter vontade de estar com essa pessoa, de falar com ela. Isso é continuar sozinha, não sentir que sou amada.


Lanço - te esta questão , que não é um pedido:


Amas - me?


terça-feira, 21 de setembro de 2010

Mensagem para a noite.

Conta - me uma história com um início e um final feliz.
Não interpretes aquelas que te conto.
Ás vezes aquilo que escutas nem sempre corresponde ao que pensas.
Se tens dúvidas se a Carochinha casa ou não com o João Ratão, havemos de
nos dar um ao outro o melhor e o mais feliz dos finais.
Não me deixes sozinha a decidir o final

domingo, 19 de setembro de 2010

as Palavras que Sempre te Direi


Gosto de ti até te dizer a palavra que me disseste ontem. Aquela começada por A; a que me dizes a mim, num intervalo de uma distracção de toques de sms.


Sinto a palavra em mim, mas não ta dou.


Estarás só tu na outra margem? Distraído, indeciso, dividido? Ou és só mesmo tu?


Há tanto para conhecer de ti e em ti. Mas eu gosto de conhecer o chão de afectos em que amo.


Avancei para te ouvir, a ti que estás na outra margem e a quem gostaria de dar o meu A.


Fala, eu escuto.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

O dever

Escutar alguém de quem gostamos, mas com quem não devemos estar, nem sequer nele pensar, dizer que somos especiais e que seremos lembrados... é como se nos lançassem a corda para passar para a outra margem e ela estivesse escrito : Cuidado pode rebentar! A outra margem ainda que não aparente deslumbramento, é outro completar, é outra resposta. Estará o que procuro na outra margem ou quem me lançou a sua corda quer ensarilhar a minha? Eu quero iluminar.

Passou?

Porque me ligaste a recordar o que se passou entre nós?
O que se passou não chegou a passar - se. E já passou?
Devo dizer - te que o passado já passou e que me passo pelo que se passou não conseguir em mim um passado.

A F.
16 de Setembro de 2010

sábado, 21 de agosto de 2010

In July singing "Dear month of August" part 1


A canção diz :"Meu querido mês de Agosto..." e eu pergunto: depois da tempestade vem a bonança? Tão grande que eu possa agradecer ao mês com o elogio de "querido"?

As minhas tempestades de Julho são tempestades de amor. Aquelas de que me estou a lembrar agora.


Um que surgiu aos 18 anos. Impossível. A outros olhos. O desejo de afirmação contra leis obtusas e protecto- castrativas, deram me mais sabor, mais tempo de atenção de quem assistia à luta que me aconselhavam com : Atenção que "Quando se casa com alguém, casa -se com a família também"; "não vem de boas famílias". Aproveito para perguntar o que é uma boa família.


Havia também apoiantes que se deliciavam incrédulos de que a professorinha com estudos e vinda de uma família conhecida na zona poderia elevar o seu estatuto de gente de trabalho da terra, emigrantes e alguma má - fama que muita gente do Douro tem.


É dia 20 de Julho de 2010. Por isso.

Caminhar - não para chegar a um destino.
Caminhar - conhecer caminhos diferentes.

19 de Julho de 2010


Só, menina encontrou quem a fizesse grande.

Só numa tarde cresceu.

domingo, 30 de maio de 2010

O outro ( que eu estou a estudar) e que está longe.


Queda , portanto, não.


Sem rede,


Só.

(Identificação expressiva com: Ruy Duarte de Carvalho)

sábado, 8 de maio de 2010

Vila Franca do Campo e a Senhora da Paz lá ao fundo


Mesmo antes de chegar, parece que já estão à minha espera- homens. Só lhes vejo metade do corpo. Meio - corpo, meio - olhar acontece. Alternam -se : casa - sim, casa - não em ruas cinzentas vulcânicas com uma ou outra deprimente, outrora promissora loja dos chineses. Sabe tão bem não ser conhecida, passar por "estranheira"., no meu país e no resto. Eu acho que é porque aos "estranheiros" lhes é desculpada uma série de coisas: o cabelo despenteado; as sapatilhas com a borracha a descolar, a mochila com água bolachas e fruta , que a comida do hotel de 4 estrelas é cara como o fogo, estar neste e andar de autocarro e entrar num café e pedir um nestea de laranja e sentar - me a escrever como com alguém falasse.


Este sítio é apalhaçado: uma tira de vidro a toda a volta de um estrado de ripas de madeira. Nem se sabe muito bem por onde se entra... Há de tudo um pouco: cigarros, gomas, chocolates exibindo -se ao lado do cartaz dos gelados e formando uma barreira ente cliente e empregado que não sai daquele cubículo, servindo dois lados diferentes. Devem passar muitos "estranheiros" por aqui: ainda não fui notada. Respiro melhor do que na Ribeira. Será da paz que está lá longe? Arranjei outro motivo para explicar as pessoas o meu nomadismo - essa que tanta gente procura. Mas já volto a este assunto. Acabo de reparar que está gente a sair de um sítio que me parece uma igreja ( não era, depois de perguntar à servente de bar de vidro e madeira que me escalereceu ser uma farmácia). Se fosse igreja, certamente lá entraria Eu e as igrejas... eu e a paz. E assim retomo o tema. Assistem os homens deliciados uma sessão de "wrestling", enquanto tentam adivinhar o resultado de logo à noite do jogo com o Benfica. A mulher de um bate - lhe no vidro e mima qualquer coisa. Ele levanta -se e vai embora. Onde irão? Será que ela lhe vai azucrinar os miolos por ele estar ali e o trabalho em casa por fazer? Será que ele tem de tomar um remédio qualquer às catorze horas? Ou vão à festa do Santo Cristo a Ponta Delgada?


Não me enganm aqueles putos: desnorteados, de sapatilhas e boné sujos a desesperar por droga. Pra quê? Para se esquecerem que vivem no cinzento e na chuva, no círculo vicioso da ilha de onde não sairão? Não vale a pena. Do sem novidade, do parado do inoportuno não sairão!

Para que arranjam forma de olvidar a sua existência? Não vale a pena. Eternamente condenados no vício do círculo da ilha, no vício do círculo do consome e pede da droga. Veio - me pedir quarenta cêntimos um, enquanto telefonava. Desistiu da espera. Dizia que era para o "medicamento". Estou à espera do bus para me levar de volta para a minha suite lonely dreams. Confesso que já me está aborrecer Vila Franca com a sua beira mar degradada apresentando o ilhéu como recompensa e povoada dos ditos "condenados". Duas horas bastam para amar e desamar em Paz?

domingo, 21 de fevereiro de 2010

"Muito, mais muito Feliz"

ola prof. estou muito,mais muito feliz por receber o teu email.Neste momento estou a estudar na faculdade de Direito de Bissau,no ano Zero.e tambem estou feliz por saber que a prof leciona ingles. desculpa por ter escreto sem acentuar as palavras e porque nao tenho tecnica de escrever muito no computador.

Os sentidos da memória

5 de Agosto de 2009

Um chá de funcho feito por umas mãos que sabem tocar comida. Uma mesa comprida esperando o afago do vapor alimentar e das conversas entre, agora, dois. Dois , agora no fim ou no inicio de uma encruzilhada.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Desejo de onde eu gosto

Vida e saúde são os meus maiores ardentes, por isso vim por este meio a solicitá-lo-a e um avanço repentino nos seus trabalhos de vida quotidiana.
Obrigado pela sua contribuição para África como professsora e que Deus lhe ajude a fim de concretizar os seus sonhos e tenha uma boa viagem
.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Hasta siempre

buscare entre las sombras tus recuerdos del pasado , y paseare por el mundo , con la unica pena de siempre haberte amado.

domingo, 17 de janeiro de 2010

mensagem de onde eu gosto


ola prof.recebe este calor da Africa para dereter toda vossa neve.Tenha um ano civil colorido de saude e paz,em timor ou em portugal.Espero muito receber a sua mensagem.