sábado, 2 de outubro de 2010

De mim


De mim, tens me a mim : a que amou e calou o que sentia; a que amou e ouviu o que não queria; a que amou e ouviu outras vozes tentando agarrá - la para que não fosse na tua direcção; a que amou e foi esperando que lhe desses verdade ao teu proprio ritmo; a que te ama e se afirma como tua, desde 21 de Setembro.

E procuras o quê em mim, quando inicias interrogatórios buscadores do que para ti são verdades orientadoras e essenciais dos teus sentimentos? Podes descobrir - me, quando só escutas os teus princípios de correcção emocional? Esqueces te de tudo de um momento para o outro. É tão fugaz o que sentes por mim?

Lembra - te que te ouvi,desouvi - te e hoje não corto a comunicação, muito menos termino um dia sem a vontade de dizer que te amo.

De algo me posso orgulhar: mentiras em mim, não; sou do bem e da paz. Faz com a melhor prenda que alguém me pode dar e que em mim tenho tambem para oferecer, aquilo que entenderes.

E ouve - me ao meu ritmo; observa - me ao meu ritmo; confia em mim; nem sempre eu tive a tua verdade e continuei em frente, esperando, ouvindo, observando, porque amando.

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