terça-feira, 4 de dezembro de 2012

natal

que me perdoe quem dá ao natal a sua existência; mas eu em 32 anos de vida ainda não consegui dar ao natal o seu verdadeiro valor. Lembro - me dos familiares que já partiram, dos que ainda estão neste mundo, mas que parecem que vivem num diferente do meu, apesar de serem da minha família, das desilusões, de tempo perdido, da fome, da guerra, da pobreza, do consumismo. regra geral, todos os natais são passados com balanços anuais que se iniciam até antes da passagem do ano. Mas pouco mudo, à exceção destes dois últimos anos que me fizeram descrer ainda mais nas pessoas de muita palavra e pouco agir, abrir os olhos para não sei que espécie de oportunismo e apropriação do tempo da vida dos outros. Mais convicta, mais segura, amo - me a mim própria e ao meu tempo, por isso,já não tenho tempo para que ele seja desperdiçado com "vazios". para mim o valor do natal é poder reunir em mim as lembranças do passado onde estão amigos, familiares e pai, mãe e irmão juntos. como lembrarei o natal que hoje tenho, no futuro?

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